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Primeira foodtech brasileira a produzir hambúrgueres e bolinhos proteicos 100% feitos de plantas sem soja!

Nossos produtos são feitos com ingredientes naturais e selecionados para garantir o cumprimento de nosso principal compromisso: a produção de alimentos saudáveis, sustentáveis e livres de insumos de origem animal.  

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Na natureza as sementes encontram-se num estado “adormecido” e só se desenvolvem quando as condições são ideais. Elas possuem mecanismos de defesa que incluem inibidores de enzimas, substâncias tóxicas e anti-nutrientes que permitem manter todas as suas propriedades intactas até ao momento que em contacto com a água, neste caso com a chuva, começa o seu processo de germinação e se desenvolve a nova planta.
 

Ao demolhar estamos a imitar o processo que acontece na natureza, iniciando a germinação e só desta forma as enzimas começam a ser produzidas. As proteínas, os minerais, e as vitaminas ficam biodisponíveis e são mais fáceis de serem assimilados pelo nosso organismo.

Inibidores de enzimas – Existem dois tipos de enzimas, as enzimas digestivas (ajudam a digerir os alimentos) e as enzimas metabólicas (ajudam em todos os processos biológicos do organismo).
 

Os inibidores de enzimas que estão presentes nas sementes, leguminosas, oleaginosas e grãos ajudam no seu processo de conservação da semente antes da germinação, mas se forem ingeridos pelo nosso organismo sem serem eliminados prejudicam não só o processo de digestão como o nosso corpo não é capaz de assimilar as suas proteínas, minerais e vitaminas.

Anti-nutrientes (ácido fítico) – A grande maioria dos cereais integrais ou grãos, e algumas sementes contém ácido fitico ou fitato que é uma forma utilizada pela planta para armazenar fosforo (um tipo de fosforo que só é absorvido pelos animais ruminantes). O fitato quando não é eliminado ou neutralizado pelo processo de demolhar liga-se a vários minerais como o Cálcio, Magnésio, Cobre, Ferro e Zinco impedindo a sua absorção.


Ao demolhar conseguimos:

- Melhorar a digestão destes alimentos (aumentamos a atividade enzimática)

- Remover/reduzir o ácido fítico (aumentamos a biodisponibilidade do zinco e ferro)

- Neutralizar inibidores de enzimasMelhorar a absorção de vitaminas principalmente do complexo B

- Melhorar a absorção das proteínasMelhorar o sabor desses alimentos (diminuindo os taninos que são responsáveis pelo sabor adstringente)

- Diminuir o processo de cozedura

 

Fonte: https://www.madebychoices.pt/a-importancia-de-demolhar/

Pesquisadores da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estudaram o valor nutricional de dezessete espécies de cogumelos ao longo de dois anos. O fungo (desprovido de raiz e de clorofila), tem importante ação antioxidante, que previne o envelhecimento das células.

 

Cada tipo de cogumelo apresenta determinada composição nutricional, que também varia conforme o método de cultivo. No geral, têm a vantagem de serem pouco calóricos: em 100 gramas de shitaki ou shimeji, por exemplo, há apenas 35 calorias. Riquíssimos em nutrientes, fortalecem o sistema imunológico, estimulando as células conhecidas como “natural killers”, que combatem infecções por vírus e células tumorais. Suas fibras solúveis ajudam na digestão e atuam na remoção de resíduos e toxinas intestinais.

 

ALIMENTO FUNCIONAL

Considerado alimento funcional, o cogumelo ajuda a prevenir e reduzir o risco de doenças como câncer, cardiovasculares, infecções e doenças autoimunes como a artrite reumatoide e o lúpus, pois atua no sistema imunológico. São também usados para o desenvolvimento de medicamentos para a prevenção de câncer, diabetes, hiperlipidemias, arteriosclerose e hepatite crônica.

 

Cem gramas de cogumelo têm mais folato (ácido fólico) do que recomenda a Organização Mundial de Saúde (OMS) para um dia. O ácido fólico atua na formação de produtos intermediários do metabolismo, que, por sua vez, estão envolvidos na formação celular e atuam na formação e maturação das hemácias e leucócitos. Para melhor aproveitamento das suas propriedades, recomenda-se o consumo do cogumelo cru ou minimamente processado.

 

BENEFÍCIOS
• Fortalece o sistema imunológico;
• Previne doenças infecciosas;
• Previne resfriados e gripes;
• Combate alergias e inflamações;
• Auxilia pessoas em processo quimioterápico;
• Beneficia pessoas com doenças crônicas e diabetes;
• Fornece energia para os atletas e praticantes de esporte;
• Previne aterosclerose;
• Auxilia no processo de desintoxicação de álcool e cigarro;
• Auxilia no funcionamento do intestino;
• Fortalece a musculatura;
• É antioxidante;
• Estimula a memória;
• Melhora a absorção de ferro e fósforo.

 

PROTEÍNA

Além de rico em sais minerais, vitaminas, carboidrato e gordura insaturada, o cogumelo contém 21 aminoácidos essenciais para o corpo, e apresenta um número de proteínas duas vezes maior do que o encontrado na carne bovina.

Os tipos de cogumelos comestíveis mais disponíveis no mercado são o shiitake e o shimeji, popularizados pela culinária japonesa.

Os suplementos alimentares são cada vez mais procurados por quem pratica exercícios intensos e deseja aumentar a sua massa muscular, mas esses produtos também podem ser úteis a quem carece de determinados nutrientes em seu cardápio devido a problemas de saúde ou estilo de vida. Nesse sentido, vem ganhando espaço a proteína de arroz, um suplemento indicado não só a atletas, mas também a quem possui intolerâncias ou alergias alimentares. Para saber mais sobre o assunto, confira as informações reunidas a respeito dos benefícios e indicações da proteína de arroz.

Benefícios da proteína de arroz

A proteína de arroz está ganhando espaço, mais recentemente, no cardápio de atletas que buscam uma alternativa à proteína do leite ou da soja para realizar a sua suplementação alimentar. Embora sejam opções que servem a muitas pessoas, quem possui intolerância à lactose não pode se beneficiar das vantagens que os suplementos feitos a partir da proteína do leite oferecem. Quanto aos suplementos produzidos com a proteína da soja, a limitação ao seu uso está muitas vezes associada ao fato do grão contar com alta carga de agrotóxicos em seu cultivo, além de grande parte da sua produção mundial ser a partir de sementes transgênicas.

Mas não são apenas esses motivos que levam as pessoas a preferirem o nutriente proveniente dessa nova fonte. Os benefícios da proteína de arroz são variados, graças à sua riqueza de aminoácidos, inclusive, de essenciais. Vale lembrar que existem os aminoácidos essenciais e os não essenciais e enquanto os segundos são produzidos pelo organismo, os primeiros não são e, dessa forma, é fundamental que na alimentação diária existam fontes desses nutrientes. A proteína do arroz é uma alternativa eficiente para suprir essa demanda, uma vez que possui diferentes aminoácidos essenciais, como a leucina, isoleucina, lisina, cisteína, fenilalanina, metionina, tirosina, valina, histidina, treonina e triptofano.

Em decorrência da carga de nutrientes que possui, as principais vantagens da proteína de arroz para o organismo são as seguintes:

 

Ganho de massa muscular

Quem busca o aumento dos seus músculos através das atividades físicas realiza exercícios intensos que causam dano à fibra muscular, para que ao serem reconstruídos aumentem o seu volume ao fazer uso dos nutrientes ingeridos. E são os aminoácidos que possuem esse papel, de regenerar o tecido muscular, assim, a proteína do arroz supre as necessidades da massa muscular, ajudando no seu desenvolvimento.

A leucina é um dos principais aminoácidos responsáveis por isso, sendo que estudos comprovam que o nutriente extraído do arroz tem se mostrado tão eficiente quanto os demais suplementos tradicionalmente usados. Conforme o treino pode ser preciso ingerir o suplemento antes e depois dos exercícios.

 

Perda de peso

Os praticantes de atividades físicas que desejam emagrecer também se beneficiam com as vantagens da proteína de arroz. A musculação é uma forma muito eficiente para a perda de peso, já que faz com que o corpo transforme a sua gordura acumulada em massa magra. Assim, ao usar o suplemento feito do arroz o corpo queima mais calorias, uma vez que as proteínas exigem mais trabalho do organismo.

Além disso, esse nutriente ajuda na saciedade, fazendo com que a pessoa demore mais a sentir fome. No entanto, o melhor é conversar com o nutricionista para avaliar qual a melhor dosagem do suplemento, o que vai depender do peso atual, a que peso deseja chegar e quais são as atividades realizadas e a sua frequência. Também é necessário investir em um cardápio saudável e equilibrado para emagrecer com saúde.

Indicações da proteína de arroz

As indicações da proteína de arroz também são alguns dos seus benefícios. Ou seja, embora qualquer pessoa possa consumir esse suplemento, ele é ainda mais adequado a quem possui alergia ou intolerância a alguns alimentos, como é o caso do leite. A proteína extraída do arroz é considerada hipoalérgica, pois ela não irrita as paredes do estômago, sendo mais fácil de ser digerida. Nesse sentido, também é indicada a quem possui problemas como a síndrome do intestino irritável ou dificuldade de digerir outras fontes de proteína.Quem tem esses problemas costuma sofrer com enjoo, vômito, diarreia e vômitos, podendo até mesmo ter um choque anafilático. Outra vantagem e também uma indicação da proteína do arroz é para as pessoas veganas e vegetarianas. O primeiro grupo não consome nenhum alimento de origem animal, assim, pode sofrer com déficit de proteína se não tiver uma dieta balanceada. O mesmo acontece com os vegetarianos, que mesmo tomando leite podem ter carência do nutriente porque não ingerem carnes. Para ambos os grupos, portanto, o suplemento garante um cardápio com todos os nutrientes necessários.


SAL MARINHO INTEGRAL

  

Obtido a partir da evaporação da água do mar, o sal marinho não contém aditivos químicos e não passa por processo de refinamento. Assim, mantém todos os microminerais e nutrientes que costumam ser removidos durante o processo de secagem e refino utilizado para produzir o tradicional sal de mesa.

 

E é exatamente por não sofrer nenhum tratamento térmico ou químico que o sal marinho mantém sua coloração natural, que pode ser cinza, preto, rosa ou até mesmo branca.

 

O sal marinho integral contém cerca de 84 elementos, entre os quais: iodo de fácil assimilação e nas quantidades necessárias para o organismo, magnésio, cálcio, enxofre, sódio (o teor de sódio deste sal, é menor do que no sal refinado), carbono, zinco, cobalto, fluor, fósforo, ferro, lítio, manganês, mercúrio, molibdénio, potássio, selénio, prata, ouro, urânio, etc..

O organismo ao desidratar-se perde grandes quantidades de água e sais minerais criando um estado de cansaço e esgotamento físico, psíquico, emocional e mental. O mau funcionamento interno do organismo é provocado pelos minerais que se perdem, por isso, devemos repô-los rapidamente. Com o sal refinado, nada chegará às células, excepto, o cloreto de sódio. O sal marinho repõe rapidamente os minerais perdidos.

 


SAL REFINADO

 

Os nutrientes são retirados para posteriormente serem comercializados por valores elevados, conseguindo-se maiores lucros.

Depois de empobrecido, são adicionados aditivos químicos altamente prejudiciais para a saúde, como por exemplo, o alto teor de sódio, sobre a forma de cloreto de sódio, que favorece a Hipertensão, retensão de líquidos. Esses aditivos químicos oxidam rapidamente quando expostos à luz. Por isso, acrescentam um estabilizante que combinado com o iodeto de potássio produz, no sal, uma cor roxa. Para mascarar a cor, adicionam carbonato de sódio para branquear. Este químico existe em quantidades descontroladas porque é impossível uma distribuição uniforme. Para que, o sal, se mantenha solto (evitar que fique tipo pedra ou muito úmido/a liquidificar), adicionam óxido de cálcio (cal de parede), que favorece, também, o aparecimento de pedras nos rins e vesícula biliar.

Onde? No inocente temperinho pronto, embutidos, lasanha (pronta), nuggets, hambúrguer, molho de tomate pronto, etc.

Possuímos apenas quatro gostos básicos: o doce, o salgado, o amargo e o azedo. Mas foi descoberto um quinto sabor, o umami, provocado por uma substância chamada glutamato monossódico. Essa palavra, traduzido do japonês, significa “saboroso”, e está presente em alguns alimentos de forma natural, ex.: tomate.

Porém, a indústria de alimentos aproveitou-se dessa capacidade e passou a produzir o seu próprio glutamato monossódico, como forma de realçar o sabor dos alimentos, já que ele consegue fazer com que as papilas gustativas (língua) sintam muito mais um “sabor gostoso”.

 

Então um produto que talvez não fosse tão gostoso, por ter sido adicionado glutamato monossódico, fica com um sabor maravilhoso, aquele de “quero mais”.

 

Podemos encontrá-lo na maioria dos produtos da Ajinomoto (primeira empresa a utilizar) e muitos outros hoje considerados como produtos ultraprocessados ou processados: lasanhas, nuggets, hambúrgueres congelados, embutidos, cubos de temperos prontos, molho de tomate pronto, shoyu, etc.Como no próprio nome diz (glutamado monosSÓDICO), normalmente o alimento que o contém acaba tendo maior quantidade de sódio, podendo aumentar o risco para o desenvolvimento de doenças como pressão arterial alta, doenças cardiovasculares, problemas no rim e osteoporose.Mesmo sendo comprovado que por enquanto não faz nenhum mal para a saúde (curto prazo), foi observado que entre os ocidentais com as maiores taxas de obesidade, o consumo de glutamato monossódico através desses alimentos ultraprocessados é de seis a sete vezes maior do

 que entre os orientais. Justificando porque a população oriental consome tanto shoyu mas não apresenta problemas crônicos como os ocidentais.Então pessoal, alerta VERMELHO! Evitem o uso desses produtos (por conta também da quantidade de gordura e açúcar que contém), mas principalmente por conter o glutamato monossódico, que o farão consumir muito mais do que você normalmente consumiria.Sabe aquele  alimento que você não consegue deixar de consumir em grandes quantidades?Veja se por acaso ele não contém esse realçador de sabor.

 

Não compre mais! Dê um basta na indústria que só quer aumentar cada vez mais suas vendas e com isso, acabar com a saúde do consumidor!


Fonte: http://nutricaomaisinteligente.com.br



A chia é um super alimento originário da Colômbia e do México e era usado pelos povos que habitavam essas regiões desde 2 mil a.C. Os estudos comprovam que essa semente é muito benéfica ao organismo, devido à grande concentração de nutrientes, afirma a nutricionista Karin Honorato. 

 

A primeira característica da chia apontada pela nutricionista é que a semente é rica em antioxidantes (substâncias que diminuem os radicais livres e inibem a ação de doenças). “Cem gramas da chia, que equivale em média a 8 colheres de sopa, tem a mesma proporção de antioxidantes de 2,5 quilos de tomate, e o seu valor para poder defender as nossas células é proporcional a maçã, ao alho e a castanha do Pará”, diz.

A nutricionista afirma ainda que 100g de chia equivalem a 200g de nozes em magnésio, 0,5 litros de leite em cálcio e 1 kg de espinafre em ferro. “A associação do cálcio com o magnésio na semente de chia favorece muito a saúde óssea. Com isso, conseguimos prevenir, principalmente a osteoporose”, explica.

 

Muito nutritiva, a chia também possui vitaminas do complexo B, zinco, cobre e potássio. “Cem gramas da chia equivalem a duas bananas grandes em quantidade de potássio”. De acordo com ela, a chia é o grão mais rico em proteína (20 % da composição).

Esse alimento possui ainda uma grande quantidade de fibras (mais de 40 % da composição), de acordo com Karin. “35 %, em media, média de fibras insolúveis. Que são aquelas que aumentam tanto o volume quanto a freqüência das fezes, e aliviam quem tem prisão de ventre, aumenta a imunidade e favorece a flora bacteriana, fazendo com que a pessoa absorva menos glicose. Isso favorece a perda de peso”, explica.

A chia também possui fibras solúveis, segundo Karin. “Aquelas que entram em contato com o líquido do estômago e do intestino e formam um tipo uma massa gelatinosa que retarda o esvaziamento gástrico. Com isso, a pessoa fica saciada mais tempo”, afirma,

Outro nutriente identificado na composição da chia é o ômega 3, conforme a nutricionista. Ela recomenda 2 colheres de sopa por dia para que a pessoa reduza os níveis de triglicérides.


O consumo da chia traz muitos benefícios às pessoas. Ajuda o bom funcionamento do organismo e evita doenças crônicas, como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, melhora a pressão e até ajuda a emagrecer, segundo Karin. “Só que para você receber todos esses benefícios a sua dieta tem que estar equilibrada”, diz.

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